A disfunção erétil (DE) — dificuldade persistente em obter ou manter ereção suficiente para relação sexual satisfatória — é mais comum do que se fala em voz alta. Afeta homens de várias idades e, muitas vezes, reflete condições tratáveis como diabetes, hipertensão, estresse ou efeitos de medicamentos. O urologista está preparado para abordar o tema com discrição e objetividade.
Em muitos casos há mais de um fator atuando ao mesmo tempo. Por isso a consulta inclui história detalhada, exame físico e, quando necessário, exames laboratoriais (glicemia, perfil lipídico, testosterona matinal, função tireoidiana).
“É só falta de vontade” — DE orgânica é condição médica, não caráter.
“Remédio azul resolve para sempre sozinho” — inibidores de PDE5 (sildenafil, tadalafil etc.) ajudam muitos casos, mas investigar a causa evita recidivas e detecta doenças cardiovasculares silentes.
“Só acontece com idosos” — jovens também consultam; estresse e substâncias recreativas aparecem na história.
Anote quando os sintomas começaram, relação com parceiros, uso de álcool, medicamentos e suplementos. Traga exames recentes. Isso encurta caminhos e evita repetição desnecessária de investigação.
Pode elevar alerta precoce para doença vascular. Avaliar pressão, glicemia e hábitos faz parte do cuidado integral.
Muitos não têm controle rigoroso e podem interagir com remédios prescritos. Informe sempre o que você usa.
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Este conteúdo é educativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou tratamento. Em caso de sintomas agudos, dor intensa, febre ou sangue na urina, procure atendimento presencial.